(Período: de 20 à 27 de dezembro de 2011)
Texto: Mateus 5:7; 18:21-35
Introdução
Os pais estão cansados de ouvir os filhos dizer: “ não é justo” quando na verdade o que eles querem declarar é que as crianças não conseguiram fazer o que desejavam. Como você definiria justiça no relacionamento entre as pessoas?
Leia Mateus 5:7. Você acha que Jesus quis dizer que os misericordiosos receberão misericórdia dos outros, de Deus ou de ambos? Explique.
Este versículo implica que os que não foram misericordiosos não receberão misericórdia? Se isso for verdade, quais as implicações?
Leia Mateus 18:21-35. O que levou Pedro à pergunta feita por ele no versículo 21?
Como você acha que ele se sentiu com a resposta de Jesus no versículo 22?
Não parece que o que Jesus deseja é que perdoemos alguém somente setenta vezes sete 9v.22)? Qual o ponto que Ele realmente pretende mostrar?
A ação proposta pelo Mestre no versículo 25 – vender o devedor, toda sua família e suas posses – aprece cruel a nossos olhos, mas naquela época era uma atitude tanto legal como aceitável (veja Lv.25;39; Ii Rs.4:1). Qual ação seria comparável àquela hoje?
O que é notável a respeito da resposta do Mestre ao seu servo no versículo 27?
O servo perverso manda seu devedor “para a prisão até que possa pagar sua dívida (v.30)”. À luz de sua própria experiência, por que esta atitude é completamente inadequada?
Esta parábola faz claramente uma analogia entre o perdão de Deus e nosso pecado (v.35). Como você explica o significado desta passagem tendo o Todo-poderoso como Mestre e nós como seus servos?
Conclusão: Peça perdão a Deus por não agir de acordo com sua Palavra. Então, se aqueles a quem você deveria ter demonstrado misericórdia estiverem ao seu alcance, entre em contato com eles, discuta o incidente e peça perdão por sua falta de misericórdia.
É difícil, não é? Temos a tendência de nos concentrar na maneira como fomos “injustiçados” em nossas ações. Mas ao julgar os outros podemos ser muito impiedosos. Transmitir misericórdia aos que não a merecem é verdadeiramente um ato cristão.
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